Quem é o meu próximo

VOCÊ SABE QUEM É O SEU PRÓXIMO?

Dia 08/10/2018, foi a acolhida, o tema da palavra para a reflexão do ambiente de trabalho para a vida diária.

Você é próximo de alguém? Estamos próximos das pessoas que sofrem ou passamos longe?
Lucas 10:25-35

Dia 08/10/2018

Você é próximo de alguém? Estamos próximos das pessoas que sofrem ou passamos longe?
Lucas 10:25-35

A mensagem deste início de semana foi sobre quem é o meu próximo. Toda segunda-feira, nos reunimos para leitura e reflexão, uma acolhida que é trazida por um dos colegas de trabalho.

O Mestre Jesus Cristo é quem responde literalmente a esta pergunta feita por um um doutor, “Intérprete da Lei”, qual o caminho para herdar a vida eterna: “amarás a Deus com todo o teu coração… e a teu próximo como a ti mesmo”. E contou uma parábola do bom Samaritano, para revelar quem é o meu próximo.

O personagem desta parábola, observe, é excluído do círculo tradicional da religião judaica, mas, preste atenção, é capaz de ajudar uma pessoa jogada na beira da estrada, maltratada por ladrões, enquanto que outros tipos de pessoas não são capazes deste gesto, entre os quais um sacerdote do templo de Jerusalém e um levita.

Nesta história os indivíduos não são identificados pelos nomes, mas pelas funções e ações. O homem assaltado, é um anônimo, talvez um mecânico, um estudante, um servidor público, um viajante, um desempregado em busca de trabalho; quem sabe até um trabalhador rural, um boia-fria. Emfim, alguém carente, desprotegido, marginalizado, sem amigos, sem dinheiro, sem família – sem ninguém – a sós no mundo, como milhões de outros por aí. Lá está ele: jogado à beira da estrada, caído na sarjeta abandonado.
ELES TINHAM A SOLUÇÃO DO PROBLEMA ÀS MÃOS: Um sacerdote e um levita.

Será que o sacerdote parou para ajudá-lo? Não! O sacerdote nem sequer olhou para o ferido viajante. A Bíblia fala que numa atitude de completo “desamor” o sacerdote passou de lado, ou seja tentou ignorar aquela situação; procurou não envolver-se nem se incomodar com o pobre miserável.

Nesse momento apareceu um estranho, um “inimigo” , ou seja um samaritano, um estrangeiro. Ora, durante cerca de 800 anos os judeus não se davam com os samaritanos,

Mas, vejamos: lá estava o moribundo; ele sentiu que alguém parou, E o samaritano compadeceu-se dele, curou-lhe as feridas aplicando óleo e vinho; e colocou-o em cima do seu próprio animal e o levou para uma hospedaria e tratou dele. No dia seguinte tirou dois denários e os entregou ao hospedeiro, dizendo: cuida deste e, se alguma coisa gastares a mais, e to indenizarei quando voltar.

Finalmente alguém viu o drama do homem abandonado; alguém sentiu por ele; alguém se envolveu, alguém ajudou. Por estranho que pareça, quem ajudou era um ser rejeitado, um inimigo, um cão.

O JULGAMENTO DO COMPORTAMENTO DOS TRÊS PERSONAGENS

Esses três personagens viram o homem jogado na beira da estrada, Jesus Cristo pergunta: “Qual dos três, em tua opinião, foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?” A resposta correta é: “aquele que usou de misericórdia para com ele”, para com o homem machucado.

Para complementar este artigo visitei os seguintes sites:

http://www.abiblia.org/ver.php?id=9342

https://www.estudosgospel.com.br/estudo-biblico-evangelico-diversos/quem-e-o-meu-proximo.html

 

A próxima mensagem é sobre Jonas em Nínive.

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Chagas Freitas

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